Enviado por: Luís Mouta
sábado, 14 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
«Se me Vem Tanta Glória Só de Olhar-te».
O presidente da Liga, Fernando Gomes, entregou ao Porto, minutos antes do apito inicial do jogo com o Paços de Ferreira, no Estádio do Dragão, o novo troféu do campeão. Fernando Gomes surgiu acompanhado, no relvado, do presidente do Porto, Pinto da Costa, e além de ter entregue o troféu aos capitães do novo campeão nacional (Helton, Falcao e Mariano), entregou também uma miniatura do troféu a todos os jogadores portistas. A peça, da autoria do designer Nuno Martins, pesa nove quilos e mede 80 centímetros. É feita em prata e ouro, associando conceitos como união, memória, identidade e glória. Este novo troféu surge como uma marca intemporal, capaz de resistir às circunstâncias do momento. A intenção, por isso, é que venha a ser o troféu do campeão durante muitos anos. Sem base, não há topo. O campeão sai de um vasto conjunto de clubes e a nossa primeira referência é, por isso, a todos os emblemas que já participaram nesta competição. A base representa O NOSSO FUTEBOL, numa ideia que associa os conceitos de união e memória. Estão gravados os nomes de todos os clubes que já passaram pela prova desde 1995/1996, época em que a Liga começou a organizar os campeonatos profissionais em Portugal. A inscrição de todos os clubes que entraram na competição nestes 15 anos é uma homenagem aos participantes que, temporada após temporada, valorizam e engrandecem o evento. À imagem de todo o troféu, a base é sólida e robusta: acolhe todos os nomes e é, por isso, abrangente e plural. A competição nasce da base, mas, num segundo nível, sobressaem já 16 estrelas: os actuais participantes na Liga Zon Sagres. Desse plano saem os dois braços. A forma retorcida espelha as dificuldades de se atingir o topo e cria a ilusão de que os braços estão a sair da própria taça. À medida que nos aproximamos do topo, só os campeões conseguem resistir: e, para se chegar lá acima, há que ultrapassar muitos obstáculos. O percurso vai afunilando – e passa a ser reservado à glorificação de quem vence. O corpo central destaca a identidade portuguesa, com a inscrição do escudo, símbolo nacional. No verso, pode ler-se um poema de Camões, «Se me Vem Tanta Glória Só de Olhar-te». É um poema sobre o amor, que nos mostra que o caminho da glória dos campeões tem sempre uma parte romântica. E ajuda-nos a perceber um pouco do lado poético que, tantas vezes na nossa História, tem guiado os portugueses ao sucesso. O caminho da glória é atingido quando os dois braços tocam num dos sete castelos gravados na bola, simbolizando as conquistas portuguesas. No topo, está gravado o nome de todos os campeões, época a época. A dificuldade do caminho até chegar ao topo está simbolizada na torção dos braços, que se acentua à medida que o cume se aproxima.
TROFÉU LIGA ZON SAGRES
Altura: 80 centímetros
Peso: 9 quilos
Autor: Nuno Martins
Materiais: Prata e ouro
Conceitos-chave: união dos clubes na base; glória ao campeão no topo; identidade nacional (nos sete castelos gravados em cima e nas quinas inscritas no corpo central); memória;
A torção dos braços aponta para as dificuldades do caminho.
Empate não travou a festa do Dragão.
O FC Porto empatou este domingo frente ao Paços de Ferreira (3-3), no último encontro da época no Estádio do Dragão. O resultado não impediu uma noite de festa pela conquista do 25.º título nacional. Em aberto continua a possibilidade de terminar o campeonato sem derrotas, o que terá de ser confirmado na última jornada. Antes do encontro, viveu-se um clima de festa. As equipas sub-19 de futebol e a equipa sénior de andebol deram uma volta ao relvado, depois de terem assegurado os respectivos títulos nacionais. Antes do apito inicial, foi altura dos Dragões receberem o troféu de campeões nacionais, entregue pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
fotosdacurva
domingo, 8 de maio de 2011
Este é o nosso destino.


Avassalador, à sua própria imagem, o FC Porto Vitalis somou, em Águas Santas, o terceiro título consecutivo e o 16.º de uma história invejável. Na antepenúltima jornada, com a consagração ao alcance de uma vitória (29-33), os Dragões foram implacáveis pela enésima vez, replicando uma hegemonia inquestionável que lhe permitiu festejar muito antes do apito final.
Faltam três vitórias, para conquistar o Decacampeonato.
Faltam três vitórias para o FC Porto Império Bonança se sagrar, pela décima vez consecutiva, campeão nacional. Em encontro da 27.ª jornada, este sábado, os azuis e brancos venceram por 5-1 no rinque do Gulpilhares, graças a tentos de Reinaldo Ventura e Pedro Moreira, que “bisaram”, e Pedro Gil.
Os Dragões, que se colocaram em vantagem logo aos oito segundos, já venciam ao intervalo por 3-1. No campeonato nacional, o FC Porto tem agora 73 pontos, mais três do que o Benfica, que tem menos um jogo. Faltam três jornadas para terminar a prova e os portistas têm vantagem no confronto directo com o rival.
Os Dragões, que se colocaram em vantagem logo aos oito segundos, já venciam ao intervalo por 3-1. No campeonato nacional, o FC Porto tem agora 73 pontos, mais três do que o Benfica, que tem menos um jogo. Faltam três jornadas para terminar a prova e os portistas têm vantagem no confronto directo com o rival.
fotosdacurva
Anedota da Semana de 09/05/2011 a 15/05/2011
Os joelhos da Lurdes.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Dragões já estão na final dos playoffs.
Ao terceiro jogo, agora em Guimarães, o FC Porto Ferpinta fechou a série das meias-finais como fizera nos “quartos”: com um percurso limpo, sem derrotas. Está, por isso, na final dos playoffs, a que acede com mais um triunfo inequívoco (68-85) e tendo no poste norte-americano Julian Terrell a principal figura. Apesar de não terem entrado particularmente bem na partida desta sexta-feira, o que ficou provado na conversão de apenas 11 pontos nos primeiros 10 minutos, os Dragões reagiram com extrema eficácia e acumularam uma vantagem de 22 pontos nos dois períodos seguintes, dado que lhes permitiu abordar o quarto decisivo com 17 pontos para gerir, margem que se repetiria no resultado final, depois de algumas tentativas de aproximação do V. Guimarães. Com 21 pontos, quase todos em resultado de uma eficácia notável revelada na conversão de 10 dos 11 lançamentos de 2 pontos tentados, a que juntou 9 ressaltos, Julian Terrell distinguiu-se como o MVP da partida em que Nuno Marçal acrescentou um contributo interessante à contabilidade portista, com a soma de 15 pontos.
Queremos Dublin e já lá vamos.
Com a eliminação do Villarreal (7-4 no conjunto dos dois jogos da meia-final da UEFA Europa League), o FC Porto qualificou-se para a sua quinta final europeia, a terceira nos últimos oito anos desta vez em Dublin. Os Dragões são, a par de Manchester United, FC Barcelona, Milan e Liverpool, o clube com mais presenças em finais europeias no século XXI: três. O número de cinco finais europeias exclui as três presenças dos Dragões na Supertaça Europeia (em 1987/88, 2003 e 2004). Para além disso, poderíamos falar em finais internacionais, o que nos levaria a adicionar as duas vitoriosas participações na Taça Intercontinental (1987 e 2004), chegando a um total de 10 presenças. Em Dublin, os azuis e brancos vão procurar o seu sétimo troféu internacional, num “ranking” em que se encontram no nono lugar, a par do Manchester United, que estará presente na final da UEFA Champions League. Face à impossibilidade de ultrapassarem, esta época, Bayern de Munique e Inter, com oito títulos, ingleses e portugueses vão assim disputar o nono lugar desta honrosa classificação. Há que dar o devido destaque à crença do Villarreal, que entrou em campo acreditando na reviravolta na eliminatória. No entanto, isso só dá mais valor à exibição portista nos jogos frente ao poderoso «submarino amarelo» Neste segundo encontro, os Dragões deixaram sangue e suor em campo, mas não houve lágrimas. Ou então, foram apenas de alegria. O objectivo traçado pelo plantel no dealbar da época está à distância de uma vitória.
Como não seria de esperar de outra forma o apoio dos ultrasfcporto, esteve impecável como é habitual, um ambiente super agradável, numa cidade pacata onde os ultras do Villarreal foram extremamente cordiais, simpáticos uns excelentes bons anfitriões, chegando mesmo a confraternizarmos em união, portistas e adeptos do Villarreal juntos na sua sede que fica nas imediações do estádio Madrigal, numa troca de lembranças cascóis, bandeiras, etc. rodeados por muitos petiscos acompanhados com muitas e muitas canhas. Um ambiente digno da festa do futebol, muita saúde para todos vós, e venha daí Dublin.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Só os grandes é que estão no topo, parabéns ao SC. Braga pela excelente classificação.
O FC Porto subiu ao terceiro lugar do “ranking” da IFFHS (Federação Internacional da História e Estatística do Futebol), imediatamente atrás dos colossos Barcelona e Real Madrid, que mantêm as duas primeiras posições. Segundo a classificação hoje divulgada e relativa ao mês de Abril, o FC Porto ultrapassou o Manchester United, tornando o pódio integralmente formado por equipas da Península Ibérica. A fantástica época dos Dragões continua, assim, a ser reconhecida internacionalmente, tendo o FC Porto sido a segunda mais bem pontuada equipa do mês de Abril, apenas atrás dos brasileiros do Santos. O FC Porto até venceu todos os jogos disputados em Abril, mas acabou prejudicado pelo facto de o Santos ter realizado seis jogos para a Taça Libertadores, mais bem pontuados. O Villarreal, adversário do FC Porto nas meias-finais da Liga Europa, é o actual sétimo classificado, o que também diz alguma coisa sobre o valor do adversário dos Dragões, derrotados por 5-1 na primeira mão. O Sporting de Braga, em 37.º, é a segunda equipa portuguesa mais bem classificada, quatro lugares à frente do Benfica (41.º) e 27 à frente do Sporting (64.º).
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Agora estaremos no El Madrigal.
Villarreal vs FC Porto (Liga Europa): Segue-nos, faltam 90 minutos!
Mais uma vitória no campeonato antes da deslocação decisiva que pode carimbar a presença na final da Liga Europa em Dublin.
Vai ser uma viagem inesquecível, a equipa leva uma vantagem de 5-1 mas faltam 90 minutos e é obrigatório a nossa presença!
Andamos pela Europa toda, milhares de km percorridos sempre ao lado do FCP na luta por um novo sonho: DUBLIN! Falta mais um jogo, vamos mobilizar novamente todos os verdadeiros ULTRAS. Contámos contigo nesta etapa!
Bilhete + Viagem: Reserva através do teu chefe de núcleo (se tiveres) ou liga 912294000.
We Want Dublin!
Mais informações em:
http://www.colectivo95.com ou http://www.facebook.com/colectivo95
Estes são tão bons ou melhores ainda.
Caros portistas, este FCP é um poço sem fundo de virtudes e numa altura em que é importante manter os sentidos em alerta de todo o plantel pronto para as finais e decisivos jogos da época, eis que o AVB opta por nova rotação de jogadores, apresentando um onze com oito caras novas em relação à última partida. Mas se alguém pensava que isso retirava força a esta equipa ganhadora desengane-se. O 0-1 surgiu logo aos 11 minutos da 1ª parte, quando o central sadino Valdomiro foi infeliz e desviou para a própria baliza um cruzamento de James Rodriguez, perante a ameaça de Walter. Mais do que a própria vantagem no marcador, o que impressionava era a forma adulta, descomplexada e corajosa como a equipa jogava, com a defesa a “roubar” campo ao adversário e o ataque a apostar, como sempre, nas triangulações, tabelas e jogadas em progressão, com a bola a passar por quase todos os jogadores. O 0-2 surgiu em cima do intervalo, quando Otamendi subiu à área adversária para cabecear, sem hipótese de defesa, um pontapé de canto apontado na esquerda por James Rodriguez. O Setúbal bem tentava remar contra o destino, mas o domínio do FC Porto era absoluto, como ficou evidente durante toda a segunda parte. Aos 56 minutos, numa jogada belíssima, Guarín abriu na esquerda para James cruzar de primeira para Walter emendar para o fundo da rede Sadina fazendo o 0-3, um golo mais que justo pois Walter esteve imparável. Ainda antes do apito final, Varela também quis assinar o livro do jogo e fechou o resultado de 0-4 com um remate competente de pé esquerdo, sem hipótese para o excelente guarda-redes Diego, impotente para travar o ataque do FC Porto. Uma palavra para a grande penalidade defendida por Beto, a demonstrar a qualidade de trabalho do guarda-redes suplente do FC Porto, capaz de ser sempre um atleta a defender o emblema com uma grande competência. Uma palavra também para Walter pois sempre acreditei e acredito que este jogador ainda vai dar muitas alegrias a todos os adeptos portistas é um grande avançado precisa é de emagrecer 5kg, mas claramente um substituto pronto, para o lugar de Falcão, pois o FC Porto mais tarde ou mais cedo vai facturar com a venda do mesmo. O mesmo elogio para o miúdo James Rodriguez que esteve excelente com passes teleguiados até me fez lembrar por vezes os passes teleguiados de Drulovic, também fazendo esquecer a presença de Hulk, alguém sentiu falta dos habituais titulares não pois não…? Quer dizer que estes são tão bons ou melhores.
Cumprimentos,Ultrasfcporto
domingo, 1 de maio de 2011
III Campeonato da Liga, playoffs, meias-finais, jogo 2.
A resposta estava na defesa. Lá, onde se ganham campeonatos, residia a solução para a dificuldade inesperada do primeiro jogo. Ao segundo, foi tudo mais simples, lógico e normal: a hegemonia portista produziu uma diferença de mais de 20 pontos (74-48) e a final dos playoffs ficou à distância de mais uma vitória, a terceira, a confirmar na sexta-feira, em Guimarães.
Em comum com o jogo de sexta-feira, a reposição de domingo, outra vez no Dragão, nada teve a ver, se exceptuado o adversário. Da estratégia ao cinco inicial e, por consequência, ao desempenho, tudo foi substancialmente diferente. Compenetrada, criteriosa na escolha do momento de lançamento e capaz de exercer uma intensa pressão sobre o base e os lançadores adversários, a equipa de Moncho López dominou ao longo de toda a partida e antes do intervalo já lidava com vantagens superiores à dezena.
F.C.Porto Vitalis muito perto da renovação do título nacional.
A vitória sobre o Sporting, que deixa os Dragões a outra da renovação do título, ainda com três jornadas por disputar, não pode ser contada sem o auxílio de um nome: Ricardo Moreira. Figura incontornável de um jogo acelerado, emergiu na adversidade e conquistou a plateia enquanto marcava 15 golos. Foi assim este domingo, no Dragão Caixa.
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