quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Objectivo vitória atingido, mas com empate á vista.

Caros portistas, hoje os Dragões obtiveram uma vitória importantíssima, no terreno do difícil Sevilha que “todos” pensam ou falam que está de rastos, e em crise, e não sei com mais quantos defeitos, principalmente colocados por a comunicação social Portuguesa. Fazem até com que se pareça que o FC Porto não teve mérito na vitória que conseguiu em Sevilha. Quer seja com ponta de sorte ou não, o que é certo faturou-se duas vezes e o adversário uma. Principalmente na 2ª parte o Sevilha bem tentou contrariar e só não conseguiu derivado à tal ponta de sorte que tivemos, mas sempre ouvi dizer que não há campeão sem sorte.
Uma 1ª parte muito equilibrada onde as duas equipas tiveram bons lances de futebol. Aos 17 minutos, Luís Fabiano foi lançado em profundidade e ficou isolado frente a Helton, mas Rolando surgiu no último instante a anular a jogada. Aos 23 minutos o guarda-redes Palop não segurou a bola após um pontapé de canto e James Rodríguez aproveitou para rematar da fora da área, mas Gary Medel estava bem colocado e salvou a equipa da casa. Aos 37 minutos, quando Jesus Navas rematou forte do flanco esquerdo, obrigando Helton a uma boa intervenção. No entanto, o marcador chegou ao intervalo sem funcionar. Na 2ª parte O FC Porto foi mais eficaz e aos 58 minutos inaugurou o marcador. James Rodríguez marcou um livre da direita e Rolando foi o mais rápido a reagir, desviando a bola do alcance de Palop com um ligeiro toque. A resposta da equipa treinada por Gregorio Manzano demorou apenas sete minutos, com Kanouté a empatar numa jogada semelhante à do primeiro golo. Ivan Rakitić cobrou uma falta e o avançado maliano bateu Helton com um golpe de cabeça. No minuto seguinte, Luís Fabiano esteve perto de consumar a reviravolta, mas o guarda-redes brasileiro segurou o empate com uma defesa soberba. Hulk esteve sempre muito marcado no ataque da equipa de André Villas-Boas, mas quase facturou aos 74 minutos, na conversão de um livre. O remate do brasileiro, a 35 metros da baliza, foi violento e Palop foi obrigado a fazer uma defesa de recurso. O jogo estava numa fase frenética e na resposta Jesus Navas rematou com perigo, mas Helton voltou a levar a melhor no duelo. Poucos segundos depois, Kanouté não chegou à bola quando estava em boa posição para bisar. O treinador do FC Porto lançou Fredy Guarín em jogo aos 60 minutos e o médio colombiano justificou a aposta ao marcar o golo que decidiu o encontro. A jogada é todo de outro suplente, Cristián Rodríguez, que recuperou a bola no meio campo ofensivo aos 84 minutos e tentou o remate, ganhando o ressalto e obrigando Palop a uma defesa de recurso, com a bola a sobrar para Guarín, que só teve de empurrar para a baliza.

Agora sou eu a ironizar, Walter Já esteve no banco mas foi só no banco eh…eh…eh. Com certeza o mister AVB deve ter receio que o gordo faça boa presença em campo, só pode, pois imaginem que o Walter espeta duas ou três batatas ao adversário depois de entrar, e depois a malta dizia estão a ver se o mister o metia á mais tempo já tínhamos marcado muitos mais golos, e eu sou um deles eh…eh…
Contra tudo e contra todos, sempre com o FC Porto.


fotosdacurva


5 comentários:

austria87 disse...

Olá
Rolando para a próxima eliminatória.
SEMPRE FC PORTO.

dragao vila pouca disse...

É assim que se joga na europa do futebol, fora de casa e frente a boas equipas. Coesão defensiva - abamos algumas vezes, é verdade, principalmente pelas laterais, mas nunca estivemos em desespero e só uma vez caímos - espírito de sacrifício, para saber resistir à pressão, saídas rápidas para o ataque e aproveitamento das oportunidades.

Frente a um Sevilha de pelo na venta, com a tradicional fúria espanhola, recheado de bons jogadores e a jogar a época neste jogo, a equipa de André Villas-Boas foi competente, equilibrada, organizada, discutiu o jogo, mais na primeira que na segunta-parte, é verdade, mas esteve sempre a um nível que se pode considerar aceitável, atendendo ao valor do adversário e sem esquecer um árbitro fraco, complicativo, que não contribuiu para que o jogo fluísse melhor.

Sem Falcao - falarei do colombiano nas notas finais - e com o tradicional 4x3x3, o que obrigou Hulk a jogar pelo meio, a equipa azul e branca entrou bem no jogo - nestas partidas, como isso é importante!, dá confiança e deixa o rival em cuidados -, dominou, controlou, criou alguns lances de apuro na área sevilhana e nunca esteve em perigo de ser surpreendida. Se se pode considerar o nulo um resultado correcto, a haver alguém que merecia chegar ao descanso em vantagem, era o F.C.Porto.

A etapa complementar foi pior jogada e muito mais sofrida por parte da equipa portista - tenho para mim e por mais absurdo que possa parecer, que aquele sururú e a paragem de vários minutos que se lhe seguiram, espevitaram o Sevilha, público e equipa e perturbaram o conjunto de Villas-Boas. A partir daí a equipa azul e branca teve dificuldades em ter bola, em controlar o jogo, em sair para o ataque, sofreu, mas teve a sorte do jogo e marcou na primeira oportunidade e numa altura em que o conjunto da Andaluzia era mais perigoso. Se a vantagem portista, de alguma forma era injusta, a justiça no resultado apareceu passado pouco tempo e fez a equipa espanhola acreditar que podia vencer, continuando a pressionar, a atacar e colocar a equipa portista em dificuldades.
Mas Villas-Boas estava atento: vendo que Rodríguez pouco mais trouxe que o jogador que substituiu e com Varela a perder gás, o técnico portista fez entrar Guarín para o lugar do internacional português e com isso equilibrou a equipa, ganhou força, poder de choque e um jogador capaz de pressionar mais alto. Veio a colher os frutos e a ser feliz, com o colombiano a marcar o golo da vitória a 5 minutos do fim, resultado que pode ser injusto para o Sevilha - talvez o empate estivesse mais certo -, mas nestas provas a eliminar, é preciso e como dizia anteriormente, aproveitar as oportunidades, saber sofrer e ter sorte.

Notas finais: o resultado é excelente, mas, atenção!, a eliminatória ainda não está resolvida. Cautelas, caldos de galinha e um público - por falar em público, parabéns aos que foram a Sevilha. Estiveram fantásticos. Com adeptos destes, o F.C.Porto nunca caminhará sozinho! - a apoiar sempre, acredito, vão colocar o Dragão nos oitavos-de-final.
Radamel Falcao não estava a 100% e naturalmente não jogou, nem esteve no banco. Não podemos correr riscos se queremos o colombiano para o resto da época e não apenas para um jogo, para mais um jogo com estas características e que pedia 101%. Com lesões graves e nos joelhos, não se brinca Fizemos bluff?, talvez, mas qual é o problema?
Talvez seja injusto para alguém, mas só vou destacar Rolando. Fez um jogo fantástico e marcou um golo importante.
E vão nove jogos e oito vitórias e um empate. Pedir mais, seria um exagero...

Um abraço

Dragus Invictus disse...

Bom dia,

Ontem fomos felizes no resultado, mas fizemos por merecer.
Lutamos imenso e defendemos bem a nossa baliza.
Helton e Rolando foram imperiais. Otamendi, Sapunaru e Fucile fizeram um excelente jogo.

Fernando, Belluschi e Moutinho lutaram bastante. James demonstrou alguma falta de experiência, e Varela e Hulk tentaram sempre desequilibrar.

O Porto entrou bem em cada uma das partes do jogo, e criou oportunidades de golo, marcando numa de bola parada por Rolando.
Após o golo do empate do Sevilha, que deveria ter sido invalidado por falta de Kanouté sobre Otamendi, o Sevilha encostou-nos às cordas e tivemos de saber defender, e conseguimo-lo e bem.

Com a entrada de Guarin reequilibramos o jogo, e com o Sevilha todo balanceado para o ataque, num contra-ataque marcamos o golo da vitória.

Foi um excelente resultado, mas na segunda mão temos de estar atentos, pois o Sevilha nada tem a perder, e conta com excelentes jogadores.

Abraço

Paulo

http://pronunciadodragao.blogspot.com/

Dragaopentacampeao disse...

Num jogo em que a sorte foi elemento fundamental, o FC Porto lutou com raça e fez por merecê-la.

Primeira parte de pressão alta, domínio, controlo e muita cabecinha.

Segunda parte de menor pressão face à perda de força física, mais sofrida pela cavalgada sevilhana, alguma felicidade na obtenção da vitória, em momentos cruciais.

Destaque pela positiva, a coesão defensiva, onde Rolando, Helton e Otamendi foram gigantes (por esta ordem)e pela negativa o incompreensível desbaratar de fáceis lançamentos do contra-ataque perigoso, por irritantes passes mal dirigidos de que abusaram Belluschi e Moutinho!

Quarta-feira espera-nos uma missão ingrata pois o Sevilha patenteou grande capacidade ofensiva.

Teremos de ser um Porto de boa colheita para prosseguirmos na prova.

Um abraço

Armando Pinto disse...

E... mais uma vez fomos felizes em Sevilha. Dando continuidade à longa tradição dos pergaminhos internacionais do F. C. Porto.
É para continuar!
Abraço.
http://longara.blogspot.com/